Eles eram tão diferentes e ao mesmo tempo tão iguais. Tão opostos e tão atraentes um ao outro. Ela, uma garota de vinte e dois anos, cabelos coloridos e gostos exóticos. Bandas feministas, foi criada no orfanato, amava coisas dos anos 60 e gatos pretos. Ele tem 27 anos, gosta de música eletrônica e ainda vive com os pais. Tem hobbies comuns como jogar futebol com os amigos, praticar cooper pela manhã e levar o cachorro pra passear. Ele adorava dançar música eletrônica e ela abominava qualquer música que não precisasse de uma guitarra pra acompanhar. Um dia eles se encontraram por acaso, por um amigo em comum, e então foi como mágica. Tudo aquilo que eles tinham de diferente se tornou algo em comum, e então a mágica aconteceu. Ela não sabia mais viver sem ele e ele não conseguia mais viver sem ela. Tudo pareceu tão bobo e sem sentido quando estavam separados. O amor aconteceu.
Vida Social de Merda
Porque crescer não é facil.
Domingo, Fevereiro 13, 2011
Domingo, Dezembro 05, 2010
Be mine. Just Tonight.
Seja meu. Só por hoje.
Ninguém precisa saber. Não me importo que você não me ame tanto quanto eu te amo, não me importa se o seu estômago não dê voltas quando olha nos meus olhos. Eu sinto o bastante por nós dois. Eu só queria sentir o calor das suas mãos de novo no meu rosto, sentir sua respiração entrecortada se misturando com a minha, ouvir o barulho da sua risada toda vez que eu falo algo estúpido. Poder fazer uma melodia com o compasso ritmado do seu coração. Só queria te curtir um pouco, ter o meu tiquinho de felicidade limitada. E eu guardaria ela num pequeno frasco, pra tomar doses diárias e poder sobreviver o resto dos dias sem você.
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Sábado, Novembro 20, 2010
Boys are just boys...
Ele é só um cara, e quer mesmo saber? É um cara como todos os outros caras. Ele é só um deles. Vários, uma legião, e ninguém mais. É só um cara e não a sua vida. E não todos os dias da sua história, e não todas as suas lágrimas juntas em um único sábado solitário. Ele é só um cara perdido como muitos outros caras que você encontrou, e perdeu. Ele é só um cara. E você já esqueceu outros caras antes.
Sexta-feira, Novembro 05, 2010
Toc Toc.
"Quem é?"
"Sou seus medos"
"Vá embora, me deixe em paz."
"Não posso, não há pra onde ir."
"Não posso, não há pra onde ir."
"Por favor, por favor, me deixe..."
"Eu estou dentro de você."
Silêncio.
Sábado, Outubro 23, 2010
Pain
Dor. É algo incostante, que vem e vai. Vai e vem. Quando ela está longe você se sente a pessoa mais livre, mais feliz do mundo, é só esquecer. É só não lembrar… Como se fosse fácil. Você pensa: Eu vou ouvir uma música, relaxar, tudo vai ficar bem. Dai toca aquela música. Dentre 100 músicas na sua lista de reprodução, toca justamente aquela que te mata por dentro, que te deixa com saudades dele. E então ela volta. Como uma goteira que de pingo em pingo te faz transbordar a dor volta tão grande que parece que seu peito vai explodir pra todos os lados. Você sabe que não pode fazer nada sobre isso. Você não se permite telefonar, nem ao menos mandar uma mensagem, porque a cicatriz ainda está lá, e não vai sarar tão rápido, talvez nunca sare, fique lá como uma marca daquela maldita dor.
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